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Ia Semana de Música Antiga da UNIRIO

De 15 a 22 de Setembro de 2015 a Orquestra Barroca da UNIRIO realizará a Iª Semana de Música Barroca da UNIRIO com o apoio do Colégio Santo Inácio, que oferecerá suas belas instalações para parte das atividades. Haverá ainda a presença do Centro de Música Barroca de Versalhes, em inédito acordo de colaboração fora de seu país. A semana incluirá 2 concertos na Sala Cecília Meireles e master classes de teclado, voz, viola da gamba e violino (com Bruno Procópio, Eugénie Lefebvre, Francois Joubert-Caillet e Stéphanie-Marie Degan) além de palestra a cargo de Benoît Dratwicki, coordenador musical do CMBV.
Quando 15/09/2015 a 05:00 a
22/09/2015 a 20:00
Onde UNIRIO / Colégio Sto Inácio e Sala Cecília Meireles
Nome do Contato Profa Laura Ronai
Participantes Ficha técnica:
MONDONVILLE À RIO
Benoît Dratwicki, coordenador musical do Centro de Música Antiga de Versalhes: (https://fr.wikipedia.org/wiki/Beno%C3%AEt_Dratwicki)
Bruno Procópio, cravo: http://brunoprocopio.com/wp/
Eugénie Lefebvre, soprano: http://www.eugenielefebvre.com/
François Joubert-Caillet, viola da gamba: http://www.lacheron.com/#!musicians/c68h;
Stéphanie-Marie Degand, violino:
http://www.concertsparisiens.fr/rubrique/detail_artiste/stephanie-marie-degand-violon.html?idArt=43)
Orquestra Barroca da UNIRIO:
Laura Rónai, coordenação musical
https://www.facebook.com/orquestrabarrocaunirio?ref=hl
SOPROS:
Flauta doce: Claudio Frydman, Patricia Michelini, Phillip Wilhelm Keller
Traverso: Claudio Frydman, Laura Rónai, Renato Victor Felix
Oboé: Alexandre Bittencourt, Artur Ortenblad Duvivier, Gilberto Caserio
Fagote: Elione Medeiros
CORDAS:
Violino: Daniel Prazeres, Maurício Pedrosa, Nichola Dittrich Viggiano, Oswaldo Vellasco, Roger LAGR (spalla), Thiago Costa
Viola: Leonardo Cerante, Nichola Dittrich Viggiano
Cello: Lucas Bracher, Waldo Temporal
Viola da gamba: Beatriz Ventorini, Waldo Temporal
Contrabaixo: Ricardo Bessa
CORDAS DEDILHADAS:
Guitarra: Alberto Brandão
Theorba: Paulo Freitas
TECLADOS:
Cravo, órgão e virginal: Clara Albuquerque, Claudio Yabrudi, Eduardo Antonello, João Rival
VOZES:
Doriana Mendes, coordenação vocal
Sopranos: Caroline Brito, Flavia Almeida, Laila Oazem, Marcia Neves
Mezzo-soprano: Heloísa Mello
Contralto: Nabila Trindade
Tenor: Gabriel Ferrante, Thiago Debossan
Barítonos: Emerson Lima, João Marcos Charpinel, Phelippe Fernandes Cardoso
BOLSISTAS:
Caroline Ribeiro, Flavia Almeida, Gabriel Ferrante, Heloísa Mello; Manoela Rónai Lima; Mariana Amorim; Phelippe Fernandes Cardoso, Thiago Costa
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De 15 a 22 de Setembro de 2015 a Orquestra Barroca da UNIRIO realizará a Iª Semana de Música Barroca da UNIRIO com o apoio do Colégio Santo Inácio, que oferecerá suas belas instalações para parte das atividades. Haverá ainda a presença do Centro de Música Barroca de Versalhes, em inédito acordo de colaboração fora de seu país. A semana incluirá 2 concertos na Sala Cecília Meireles e master classes de teclado, voz, viola da gamba e violino (com Bruno Procópio, Eugénie Lefebvre, Francois Joubert-Caillet e Stéphanie-Marie Degan) além de palestra a cargo de Benoît Dratwicki, coordenador musical do CMBV.

Esta semana marca um momento especial na trajetória da OBU, que em 2015 monta sua segunda ópera barroca e caminha a passos largos para o reconhecimento mundial, sendo o primeiro – e único – grupo fora da França escolhido para receber o apoio do CMBV, inaugurado pela doação de imensa coleção de partituras que se configurará como a maior do gênero no Brasil.

A Orquestra Barroca da UNIRIO – OBU

OBU procura recriar o ambiente sonoro intimista e variegado dos séculos XVII e XVIII.  Para isso, desde 2002 utiliza cópias de instrumentos barrocos, com suas características particulares reproduzidas com obsessiva atenção.  A ideia é proporcionar ao público a experiência de uma volta ao passado sonoro, reestabelecendo o equilíbrio entre timbres orquestrais originais, e evocando o universo musical deste período.

Os integrantes da orquestra se debruçam sobre tratados esquecidos e partituras ainda não editadas para desvelar hábitos de execução e resgatar antigas técnicas instrumentais. Cordas de tripa, flautas de madeira, oboés sem chaves, e outros instrumentos exóticos como viola da gamba, espineta e órgão-positivo, se unem para produzir uma sonoridade inigualável, digna de reis.

O Centro de Música Barroca de Versalhes

 

A música francesa dominante na Europa durante os séculos XVII e XVIII contribuiu com gêneros musicais inovadores que constituem a riqueza deste patrimônio, como a ópera-balé, o moteto, a ópera cômica.  No entanto este valioso acervo musical foi relegado ao esquecimento durante a Revolução Francesa. Só no fim do século XX surgiu um movimento de resgate desta arte, que tem como uma das principais características a interpretação em instrumentos de época. Criado em 1987, o Centro de Música Barroca de Versalhes segue ideia essencial e simples: reunir em um só lugar as profissões destinadas a redescobrir e valorizar a herança barroca francesa.

Nos últimos anos, o CMBV intensificou tais metas e alargou seu escopo de atividades com o objetivo de produzir concertos e espetáculos acompanhados de palestras; aprofundar a investigação das fontes antigas; organizar conferências; implementar treinamento vocal inicial e desenvolver formação profissional superior; publicar partituras, obras científicas e recursos digitais. Graças à singularidade da sua missão e de suas ações, o CMBV tornou-se, internacionalmente, o principal protagonista da redescoberta e valorização do patrimônio musical francês dos séculos XVII e XVIII.

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