Você está aqui: Página Inicial Histórico

Histórico

Histórico do Instituto de Biociências

O Instituto de Biociências (IBIO) é uma unidade de ensino, pesquisa e extensão subordinada ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Foi criado em 2009, por meio da Resolução nº 3.040, de 31 de março de 2009, dos Conselhos de Ensino, Pesquisa e Extensão e Universitário da UNIRIO. A referida Resolução dispõe sobre a alteração da denominação da Escola de Ciências Biológicas (cujas atividades tem seu início em meados de 1975) para Instituto de Biociências. Localiza-se no campus 458, no bairro da Urca, ao lado da Escola de Guerra Naval.

 

A estrutura acadêmico-administrativa do IBIO inclui seis departamentos de ensino: Botânica (DBOT), Ciências do Ambiente (DCA), Ciências Naturais (DCN), Ecologia e Recursos Marinhos (DERM), Física (DFIS) e Zoologia (DZ).

 

Seu corpo docente é constituído por 60 professores (todos doutores e em regime de trabalho de dedicação exclusiva). O corpo técnico-administrativo é composto por três técnicos de laboratório, quatro técnicos de nível superior / biólogos e seis técnicos administrativos. Atualmente, estão matriculados nos diferentes cursos (graduação e pós-graduação) do IBIO cerca de 1.000 alunos.

 

O Instituto oferece cinco cursos de graduação, todos na modalidade presencial, são eles: (1) Bacharelado em Ciências Biológicas e (2) Licenciatura em Ciências Biológicas – sendo estes em turno Integral – (3) Bacharelado em Ciências Ambientais, (4) Licenciatura em Ciências da Natureza e (4) Licenciatura em Biologia – sendo os três últimos com funcionamento no turno da noite. O acesso aos cursos é realizado, principalmente, por meio do ENEM / SiSU.

 

Também é oferecida formação acadêmica em nível de Pós-graduação por meio de três cursos: (1) Mestrado em Biodiversidade Neotropical, do Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas (PPGBIO): o curso possui duas linhas de pesquisa, Biodiversidade Marinha e Biodiversidade Terrestre e de Águas Continentais; (2) Mestrado Profissional em Ensino de Física (PROFIS): este representa um pólo do Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física, uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Física e com apoio e reconhecimento da CAPES. O curso é voltado a professores de ensino médio e fundamental com ênfase principal em aspectos de conteúdos na Área de Física. E (3) Mestrado Profissional em Ecoturismo e Conservação (PPGEC): este curso tem por objetivo qualificar profissionais para orientar o processo de elaboração, implementação e avaliação de políticas públicas relacionadas ao desenvolvimento do turismo em áreas protegidas e de relevante interesse turístico, contribuindo para a sustentabilidade ambiental, social e econômica da atividade e, portanto, promovendo a perpetuidade do patrimônio ambiental e cultural do País e a valorização das comunidades receptoras.

 

As atividades de pesquisa são realizadas em 32 laboratórios de pesquisa com projetos de pesquisa institucionalizados e, em muitos casos, com o financiamento junto a órgãos de fomento (e.g., FAPERJ e CNPq). Esses projetos versam sobre diferentes aspectos da Biologia (taxonomia e sistemática de plantas e animais, análises moleculares, estudos filogenéticos e ecológicos, biotecnologia, biorremediação), Ciências Ambientais (geoprocessamento, avaliação de impactos, gestão e planejamento ambiental, pedologia), Física (cosmologia, espectroscopia), Química (hidroquímica, polímeros), Geociências (mineralogia, paleontologia) e Ensino de Ciências.